sábado, 26 de novembro de 2011

#4

   
    Fomos, os dois, lado a lado. Caminhámos lentamente, como se o tempo daquela maneira fosse passar mais devagar. Falámos, sorrimos, focámo-nos um no outro. Perdi a noção do tempo, do que se passava à minha volta, eramos só tu e eu. Ouvir a tua voz, ver-te sorrir, sentir-te, agarra-te, estava a a deixar-me cada vez mais nervosa. Sentir que naquele momento eras meu, e só meu, que estavas ali por mim, e não por outro motivo qualquer.  
    
« Foi com aquele teu geito de ser, que naquele momento fizes-te de mim a rapariga mais feliz do mundo! »

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

#3

     
    Não percebo, tenho medo que tudo não passe de uma simples ilusão. Olho para trás, penso e repenso nas minhas atitudes, será que agi da melhor maneira? Não faço ideia. As tuas reações por vezes deixam-me com medo de te perder, fico fora de mim. Se for preciso ando o dia todo a lamentar-me, sem mas nem porquês. É difícil estar um dia inteiro sem falar para ti, sem ouvir as tuas palavras que me confortam, sem ter um sorriso teu. Pensar que não significo nada para ti, que te esqueces que existo, que sou apenas uma opção, que só sirvo para as ocasiões.
    E no fim de tudo isto, só te digo uma coisa: dificilmente eu confio realmente em alguém, e se te digo «eu confio em ti», não me faças arrepender disso.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

domingo, 13 de novembro de 2011

# 1


                Arriscar, é das melhores coisas que levas desta vida.
      Se não o fizeres, não sabes, não sentes, não vives, não amas, não és amado.
      Os riscos evitados, são apenas desculpas. Desculpas para não sermos felizes por medo que dure pouco, ou que nem sequer (venha a ser) seja nada. Mas, que seria de mim se não arriscasse? Seria quem sou hoje? Viveria os bons momentos que já vivi?
      Arriscar, é sinónimo de viver. E se viver é arriscar, então que a minha vida seja um risco.